quarta-feira, 23 de junho de 2010

A resposta genética para a agressividade canina



O tema do doutorado do cientista Jørn Våge fora correlacionar a agressividade dos cães com um possível controle genético - não só a agressividade em si, mas o comportamento como um todo.

Vista não só como desculpa para realizar atos drásticos como o sacrifício em animais saudáveis, a agressão contra pessoas e outros animais também significa a presença de um stress constante e influente que pode atingir o cão de forma negativa, influenciando o estado mental e físico do animal.

Diferentes raças de cães com várias formas de comportamento específico agem de acordo com uma genética isoolada e portanto são bons candidatos no estudo de características comportamentais.

O sistema nervoso central e seus neurotransmissores, em conjunto com suas redes intrínsecas de receptores possuem um papel-chave no estudo da genética comportamental. A serotonina e a dopamina possuem a impotante função no controle do comportamento - inclusive, uma grande parte dos medicamentos utilizados no tratamento de distúbios psicológicos agem sobre esses neurotransmissores.

Os sistemas neurotransmissores possuem uma gama de receptores diferenciados que regulam a produção e a inibição de substâncias psicoaticas. Todos os estágios destas reações são controladas por genes e pode ser, potencialmente; fonte de mudanças comportamentais.

A tese de Jørn Våge revelou uma variação nos genes relacionados com a liberação e produção de serotonina e dopamina em cães. Vage utilizou estas variações como marcadores no estudo e descobriu conecções entre variantes genéticas individuais e o comportamento agressivo em cães.

O trabalho ainda cobre estudos de expressão gênica em diferentes áreas do cérebro em cães agressivos e não agressivos, respectivamente.

Fonte (tradução): Science Daily

terça-feira, 22 de junho de 2010

Componente-chave de virulência do vírus da gripe espanhola é ausente no H1N1



Um novo estudo acerca da gripe espanhola de 1918 indica que o vírus H1N1 não possui em sua estrutura porções que o tornem definitivamente letal.

Em busca dos fatores que tornam o vírus de 1918 um dos mais temidos - fora responsável pela morte de 20 a 40 milhões de pessoas na época - , cientistas comprovaram que o virus da gripe espanhola possuia uma combinação fatal de proteínas de superfície denominada neuramidase ("N") e hemaglutinina ("H"), alem de uma terceira proteína denominada PB1-F2. A combinação destas três proteínas fez deste vírus milhões de vezes mais virulento do que os vírus causadores de gripe padrão.

A terceira proteína comentada - PB1-F2 - seria o fator-chave para fazer da gripe espanhola uma das mais perigosas e importantes da história, que recentemente fora comprovado como inibidor da síntese de uma proteína antiviral produzida pelo próprio corpo, denominada interferon. Se esta proteína estiver ausente, o vírus será capaz de se replicar rapidamente além de passar pela defesa natural do organismo em cerca de três dias após a infecção.

Mesmo que estivesse presente em outras influenzas pandêmicas (1957, 1968), surpreendentemente, a proteína PB1-F2 está ausente na H1N1 de 2009, logo agindo como um indicador que não é tão virulenta como outros vírus causadores de pandemias.

Fonte: Science News

Congresso Internacional de Endocrinologia Veterinária abre suas inscrições




Acesse: www.endovet2010.com

terça-feira, 8 de junho de 2010

Avanços na Medicina Veterinária revolucionam o tratamento de cavalos de alta performance utilizando células-tronco



A pesquisa médica-veterinária, mais uma vez; superou as expectativas e ttrouxe consigo uma novidade que pode revolucionar o tratamento de cavalos de alta performance. O antídoto? Células-tronco.

Paver Kerkis, diretos administrativo da Celltrovet, em entrevista á revista Dinheiro Rural, afirmou:

"O uso dessas células possibilita a cura de lesões até então crônicas ou sem perspectiva como lesões nervosas, artrites, lesões nos tendões até entãoo crônicas ou sem perspectiva como lesões nervosas, artrites, lesões nos tendões, ruptura de de ligamentos suspensórios, entre outros."

Kerkis também relatou que é uma técnica muito utilizada nos Estados Unidos e na Europa, embora no Brasil seja uma técnica ascendente, porém muito promissora.

Em resumo, as células são retiradas da saliva do animal e injetadas na área da lesão. Também podem ser adquiridas nos bancos de células tronco quando retiradas diretamente da medula óssea do próprio animal. A técnica da retirada de células da saliva do animal é uma alternativa interessante em função de não gerar lesões no animal (mesmo quando mínimas) e não inclui a possibilidade de realizar secções, portanto reduz o risco de novas lesões. Lembrando mais uma vez que eqüinos possuem um processo de síntese de tecido de granulação exacerbado, que gera cicatrizes de grande calibre e espessura e com a técnica descrita esse fenômeno pode também ser evitado.

O número de aplicações varia de animal para a animal em base de gravidade da lesão dentre outros fatores. Uma aplicação é cotada em aproximadamente R$3000.

Fonte: Dinheiro Rural

Para ler mais sobre o assunto, acesse:
"TERAPIA CELULAR COM CÉLULAS-TRONCO EM PERIOSTITE DE TERCEIRO OSSO METACARPIANO EM CAVALOS DE CORRIDA: AVALIAÇÃO CLÍNICA E PERFORMANCE" (BARREIRA, APB)

Meat International encerra suas atividades



A revista global Meat International, que trazia consigo a cada mês informações acerca do mercado de carnes mundial encerrou suas atividades, mantendo apenas os websites direcionados ao mercado de carne suína Pig Progress e carne de aves Wold Poultry.

O informativo no website da revista aponta fatores como a mudança de estratégia da editora e o impacto econômico da crise financeira na área de divulgação como as principais razões que levaram á esta decisão.astrad

Embora esta seja a situação, as newsletters específicas continuarão a circular nos e-mails cadastrados no site.

A Meat International foi responsável por informar profissionais de várias áreas ligadas diretamente ou indiretamente ao mercado de carnes e o encerramento de suas atividades deixou um espaço muito grande a ser preenchido.

ExpoZebu bate o recorde do ano passado faturando R$ 69, 8 milhões


A 76ª edição da ExpoZebu, considerada maior mostra nacional de pecuária, faturou mais de 22% a mais que o ano passao, 2009; onde o saldo fora de R$ 56,9 milhões. Nos doze dias de exposição e 43 leilões de animais, foram gerados R$ 69, 8 milhões; valor que aproximou-se apenas de 2008, onde o saldo fora de R$ 69, 5 milhões.
Foram adquiridos 1.441 animais em 1.353 lotes, média de R$ 48,4 mil por cabeça e R$ 51,6 mil por lote.

Dentre os leilões realizados, o de maior faturamento da ExpoZebu fora o Elo de Raça, no dia 4 de maio na Chácara Mata Velha (Triângulo Mineiro), fechando com R$ 12,36 milhões em receita.

Fonte: Canal Rural

Leilão apresenta jóias inspiradas no Puro-Sangue Lusitano



Victor Oliva, empresário e criador da raça eqüina PSL apresentou, no dia 22 de maio, durante o seu leilão anual de cavalos; a linha de jóias criada por Pedro Blando. Blando é um famoso joalheiro, conhecido por criar jóias para atrizes internacionais - Angelina Jolie é uma de suas clientes - e a linha que apresentada fora inspirada na história da raça PSL.

Fonte: Dinheiro Rural

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Protocolo sobre Comitê Veterinário do Cone Sul é Aprovado




No dia 13 de Maio (quinta-feira) ocorreu a aprovação de um protocolo adicional que liberará a formação do Comitê Veterinário Permanente do Cone Sul. Neste protocolo, que fora assinado em 2006, contava com as validações das deliberações e resoluções adotadas pelo comitê pelos países inclusos no projeto.

O Canal Rural postou a seguinte explicação na página que constava esta notícia:


"(...) O Comitê Veterinário Permanente do Cone Sul é um órgão do Conselho Agropecuário do Sul (CAS). O comitê coordena ações regionais de prevenção de riscos sanitários, que podem afetar a saúde dos rebanhos e, consequentemente, a comercialização de animais e subprodutos, como leite e carne (...)"


O comitê fora aderido pelo Mercosul (Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai), pelo Chile e também pela bolívia.

Fonte: Canal Rural

Governo critica sistema veterinário russo de inspeção de alimentos



A Rússia é considerada uma das mais fortes potências veterinárias da atualidadesendo reconhecida por se poder de pesquisa, estabelecendo grande influencia sob o mundo e principalmente sob o próprio campo.

Infelizmente, embora esta seja a visão do mundo atual em relação à atividade veterinária russa, o próprio país não os reconheçam como competentes o bastante para realizar uma inspeção sanitária eficiente na carne que é exportada e importada. O site Meat International comenta que os próprios representantes da Procuradoria Geral da Rússia afirmam que o Serviço Federal de Veterinaria e Inspeção (Rosselkhoznadzor)representam uma "ameaça á segurança nacional".

Fonte: Meat Internation (clique para ler o restante da reportagem)

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Exportação de gado em pé gera controvérsias



O Brasil encontra-se numa polêmica acerca da exportão do gado em pé (animais vivos) para outros país. Embora soe como uma nova alternativa para a exportação de carnes, esta manobra pode gerar um défict significato em outras áreas da indústria.

Se a exportação do gado emm pé efetivar-se, as indústrias transformadoras serão extremamente prejudicadas, deixando de render até um bilhão de dólares.

O site-fonte para esta matéria (WSPCA) publicou um parágrafo relacionado á estas atividades em números:

"(..) é equivocado o argumento apresentado no relatório de que a exportação de bovinos vivos corresponde a 25% do Produto Interno Bruto (PIB) do Pará. Ao comparar o PIB do estado em 2009 (R$ 58 bilhões) e o valor gerado por essa modalidade de comércio no mesmo período (R$ 818 milhões), Reinaldo Gonçalves demonstrou que a exportação de gado em pé corresponde, na verdade, a apenas 1,4% do PIB do Pará."

Lembrando mais uma vez que a política de exportação do gado em pé é de grande importância perante o mercado, uma vez que países como os Estados Unidos aceitam apenas a carne processada em função de suas precauções diante á controle de doenças infecto-contagiosas que possam comprometer sua produção interna.

Fonte: WSPCA

Turquia abre as portas para a importação de carne de bovinos e aves brasileiras



O mercado exportador de carnes encontra-se sempre influenciado por fatores externos que podem comprometer sua estabilidade, estabelecendo proteccionismos muitas vezes necessários para controle interno de doenças e de qualidade dos animais.

Felizmente, após o susto de 2005 (Febre Aftosa) o Brasil encontra-se em um patamar ainda mais elevado no quesito exportação (embora já lidere os índices de exportação de carne bovina).

Fora relatado no site da ABIEC (Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes) que a Turquia passará a importar carne bovina e suína do Brasil, fato inédito para a indústria de carnes, pois esta nunca importara carne brasileira para seus domínios - ao menos não diretamente. A carne de frango brasileira é exportada indiretamente para a Turquia através de países vizinhos, podendo assim não ser considerado um país importador direto.

Embora esta seja o objetivo e que já fora decidido, ainda existem precauções a serem tomadas perante a qualidade do produtos, condições de exportação além das próprias licenças de importação que devem ser adquiridas.

A Turquia é considerada um país de grande potencial de consumo e esta estratégia poderá auxiliar a conter a alta dos preços no mercado interno.

Como comentado, a carne brasileira entrava na Turquia indiretamente, fenômero que fora proibido pelo país importador em função do foco de doenças no Brasil. Embora as proibições tenham sido suspensas ainda há a necessidade formulação do Certificado Sanitário Internacional (CSI) entre os dois países, além das licenças de importação já comentadas.

Fonte: ABIEC

sábado, 8 de maio de 2010

Sebrae oferece projeto de capacitação para apicultores gaúchos



Visando o aumento e a melhora da atividade apicultora, o Sebrae aposta nos projetos de direcionamento de gestão nas propriedades apicultoras; através de uma série de cursos efetivos: D’olho na Qualidade Total Rural, Custos de Produção na Empresa Rural e Planejamento na Empresa Rural.

O objetivo é ter em média 110 apicultores capacitados até o mês de Junho, para que em Agosto estes possam participar de cursos acerca da produção de própolis e pólen 9Programa Alimento Seguro).

O website do canal Canal Rural publicou a seguinte sentença no artigo de origem desta notícia:

"O projeto Fortalecer a Apicultura da Região Centro tem os seguintes objetivos: aumentar a produção em 30% até o final de 2011, sendo 15% a cada ano; aumentar o volume de mel inspecionado em 30% até o final de 2011, sendo 15% a cada ano; e implantar o Sistema Gerencial para Propriedades Rurais Apícolas em 40% das propriedades até o final de 2011, sendo 20% a cada ano."

O Rio Grande do Sul, atualmente, é o maior produtor apícola do país (sua produção chegou a 7.685 toneladas em 2007). O estado conta com 400.000 colméias, 27.000 apicultores e a sua produtividade por colméia chega a 18kg de mel. Estes números representam 21% da produção nacional. A fusão dos grandes produtores com os projetos do Sebrae pode significar não só o aumento mas como a melhora da produtividade, garantindo um produto de grande disponibilidade e de atributos únicos, além de aperfeiçoarem as técnicas de obtenção de produtos secundários - própolis e pólen.

Fonte: Canal Rural

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Clique para acessar a "A APICULTURA NAS REGIÕES TROPICAIS" (P. SEGEREN) e leia mais sobre o assunto.

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sexta-feira, 30 de abril de 2010

Regulamentação de cães-guia para cegos é o proximo passo para o Brasil



Responsáveis pela segurança diária de uma grande proção da população de deficientes visuais, os cães-guia podem ser considerados para muitos, desde ferramentas de localização até anjos da guarda.

Felizmente, o governo brasileiro empenhou-se a promover uma campanha de regulamentação dos centros de adestramento e dos próprios treinadores. A ação será implantada através do governo federal em parceria com o Inmetro, procurando aumentar o número de animais funcionais para suprir o défict de mais de 5 milhões de deficientes visuais.

Como o número de cães-guia baixo em relação ao número de deficientes visuais (a quantidade de animais não passa a faixa de 70), a regulamentação promoverá a formação de 25 instrutores e 30 cães treinados por ano (através da USP e a Secretaria de Estado dos direitos da Pessoa com Deficiência). O número alarmante de deficientes visuais nas ONGs á procura destes animais (chegando a 12 mil pessoas) confirma o impacto que a regulamentação trará para o país.

Confirmando a importância destes animais, o site do periódico que fora utilizado como fonte para esta notícia, o Correio do Povo , apresentou a seguinte afirmação:

"Por causa dos custos elevados - o treinamento e o acompanhamento do animal custam, em média, R$ 25 mil -, os centros vivem de doações e realizam parcerias com empresas, em busca de patrocínio, e escolas estrangeiras. "Vender um cão é errado, porque normalmente quem necessita de um é quem precisa se virar, trabalhar, e não tem dinheiro para comprá-lo", afirmou o treinador Fabiano Pereira, da Escola de Cães-Guia Helen Keller, de Camboriú (SC)."


Fonte: Correio do Povo

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Clique para acessar a "AVALIAÇÃO ERGONÔMICA DOS RECURSOS UTILIZADOS NA
ORIENTAÇÃO E MOBILIDADE DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL" (ALMEIDA/RIBEIRO/SANTOS/MARTINS - IFPE, 2007) e leia mais sobre o assunto.

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Pesca artesanal será beneficiada por pesquisa de aproveitamento de resíduos



Os pesquisadores da Embrapa Clima Temperado iniciaram, recentemente, uma pesquisa que favorecerá os pescadores artesanais por completo, sem adicionarem gastos exacerbados em métodos produtivos.
Realizado através da Estação Experimental da Cascata (ECC), o programa promete promover o aproveitamento dos resíduos da pesca artesanal de forma sustentável - pois, ao invès de descartá-los no ambiente (o que pode comprometer a biodiversidade), poderão ser utilizados como adubo - subproduto de uma grande gama das criações animais - direcionando-o para a agricultura.
Este projeto, além de proporcionar para a agricultura nacional um adubo repleto de nutrientes, também pode significar uma nova alternativa de comércio para as famílias de pescadores.

Para mais informações sobre o projeto, acesse: http://www.cpact.embrapa.br/index.php

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Clique para acessar o trabalho "EMBARCAÇÕES, ARTES E PROCEDIMENTOS DA PESCA ARTESANAL NO LITORAL SUL DO ESTADO DO PARANÁ, BRASIL" (CHAVES/ROBERT - UFPR)e leia mais sobre o assunto

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quinta-feira, 29 de abril de 2010

XI Conferência Anual da ABRAVEQ



Médicos veterinários de equinos e estudantes de veterinária, muita atenção para este comunicado!

Nos dia 12 e 13 de Junho (2010) ocorrerá, no Hotel Transamérica, a Conferência Anual da Associação Brasileira dos Médicos Veterinários de Equídeos (ABRAVEQ).

De acordo com o próprio site da associação, o evento ocorrerá com base em núcleos de discussão sobre temas específicos como comportamento animal, ética profissional, neonatologia, imunologia; entre outros temas.

Para mais informações sobre os palestrantes, inscrições e localização, acesse: www.abraveq.com.br

Vacinação em massa contra a febre aftosa no RS chegará a mais de 14 milhões de animais



A febre aftosa é conhecida como uma das mais importantes doenças relacionadas á produção de bovinos e, mesmo que seja controlada no território Brasileiro através da vacinação-padrão destes animais, ainda existem preocupações acerca de uma nova epidemia.
Neste ano, de acordo com a Rádio ONU , foram observados surtos de febre aftosa na Coréia e no Japão, o que chega a provocar calafrios nos grandes produtores e veterinários que testemunharam o surto de 2005 em território brasileiro.
O Brasil possui um calendário de vacinação fixa contra a febre aftosa, mas em 2009 este sofreu alterações e a data fora transferida para maio de 2010 (era em janeiro).
O site Globo Rural publicou os seguintes dados:

"O Rio Grande do Sul tem 13,6 milhões bovinos e 65 mil búfalos. Na etapa de maio do ano passado, 97% desses animais foram vacinados(...) No total, 359 médicos veterinários trabalham para o serviço oficial, que funciona nos 496 municípios. O chefe do Sedesa destaca, também, que o Rio Grande do Sul vem ampliando a prevenção da aftosa a cada ano, mantendo sempre cobertura vacinal acima de 90% e a estabilidade no cadastro de fazendas produtoras, o que facilita a ação fiscal(...)"

Lembrando mais uma vez que os bubalinos são apenas portadores da doença, dificultando o diagnóstico presuntivo baseado no exame físico. Desta forma, podem significar uma ameaça á frente da produção dos sintomáticos bovinos. Estima-se que, hoje, cerca de 70 a 80% dos rebanhos selvagens de búfalos sejam portadores do vírus

Fonte: Globo Rural, Rádio ONU


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- Clique para acessar o trabalho (comunicado) "VACINAÇÃO EMERGENCIAL DE BOVINOS CONTRA A FEBRE AFTOSA" (Darsie/Reis/Ramalho - pdf)e leia mais sobre o assunto.
- Clique para acessar o trabalho "MANEJO SANITÁRIO DE BUBALINOS" (Prof. Dr. André Mendes Jorge) e leia mais sobre o assunto.
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O menor cavalo do mundo



O pequeno Einsten, fruto da categoria "mini horse", possui apenas 35 centímetros de altura. Os especialistas dizem que, mesmo fazendo parte deste grupo de pequenos equinos, ainda é considerado cerca de 18 centímetros mais baixo do que os cavalos-miniatura padrão. Embora não fora registrado como o menor do mundo, possui grandes chances de ser considerado o menor equino do mundo pelo Guinness Book (Livro dos Recordes).

Einsten vive nos Estados Unidos e possui o seu próprio website - Clique aqui para visualizar o website Einstein Mini Horse.

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