
O Brasil encontra-se numa polêmica acerca da exportão do gado em pé (animais vivos) para outros país. Embora soe como uma nova alternativa para a exportação de carnes, esta manobra pode gerar um défict significato em outras áreas da indústria.
Se a exportação do gado emm pé efetivar-se, as indústrias transformadoras serão extremamente prejudicadas, deixando de render até um bilhão de dólares.
O site-fonte para esta matéria (WSPCA) publicou um parágrafo relacionado á estas atividades em números:
"(..) é equivocado o argumento apresentado no relatório de que a exportação de bovinos vivos corresponde a 25% do Produto Interno Bruto (PIB) do Pará. Ao comparar o PIB do estado em 2009 (R$ 58 bilhões) e o valor gerado por essa modalidade de comércio no mesmo período (R$ 818 milhões), Reinaldo Gonçalves demonstrou que a exportação de gado em pé corresponde, na verdade, a apenas 1,4% do PIB do Pará."
Lembrando mais uma vez que a política de exportação do gado em pé é de grande importância perante o mercado, uma vez que países como os Estados Unidos aceitam apenas a carne processada em função de suas precauções diante á controle de doenças infecto-contagiosas que possam comprometer sua produção interna.
Fonte: WSPCA
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