segunda-feira, 17 de maio de 2010

Protocolo sobre Comitê Veterinário do Cone Sul é Aprovado




No dia 13 de Maio (quinta-feira) ocorreu a aprovação de um protocolo adicional que liberará a formação do Comitê Veterinário Permanente do Cone Sul. Neste protocolo, que fora assinado em 2006, contava com as validações das deliberações e resoluções adotadas pelo comitê pelos países inclusos no projeto.

O Canal Rural postou a seguinte explicação na página que constava esta notícia:


"(...) O Comitê Veterinário Permanente do Cone Sul é um órgão do Conselho Agropecuário do Sul (CAS). O comitê coordena ações regionais de prevenção de riscos sanitários, que podem afetar a saúde dos rebanhos e, consequentemente, a comercialização de animais e subprodutos, como leite e carne (...)"


O comitê fora aderido pelo Mercosul (Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai), pelo Chile e também pela bolívia.

Fonte: Canal Rural

Governo critica sistema veterinário russo de inspeção de alimentos



A Rússia é considerada uma das mais fortes potências veterinárias da atualidadesendo reconhecida por se poder de pesquisa, estabelecendo grande influencia sob o mundo e principalmente sob o próprio campo.

Infelizmente, embora esta seja a visão do mundo atual em relação à atividade veterinária russa, o próprio país não os reconheçam como competentes o bastante para realizar uma inspeção sanitária eficiente na carne que é exportada e importada. O site Meat International comenta que os próprios representantes da Procuradoria Geral da Rússia afirmam que o Serviço Federal de Veterinaria e Inspeção (Rosselkhoznadzor)representam uma "ameaça á segurança nacional".

Fonte: Meat Internation (clique para ler o restante da reportagem)

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Exportação de gado em pé gera controvérsias



O Brasil encontra-se numa polêmica acerca da exportão do gado em pé (animais vivos) para outros país. Embora soe como uma nova alternativa para a exportação de carnes, esta manobra pode gerar um défict significato em outras áreas da indústria.

Se a exportação do gado emm pé efetivar-se, as indústrias transformadoras serão extremamente prejudicadas, deixando de render até um bilhão de dólares.

O site-fonte para esta matéria (WSPCA) publicou um parágrafo relacionado á estas atividades em números:

"(..) é equivocado o argumento apresentado no relatório de que a exportação de bovinos vivos corresponde a 25% do Produto Interno Bruto (PIB) do Pará. Ao comparar o PIB do estado em 2009 (R$ 58 bilhões) e o valor gerado por essa modalidade de comércio no mesmo período (R$ 818 milhões), Reinaldo Gonçalves demonstrou que a exportação de gado em pé corresponde, na verdade, a apenas 1,4% do PIB do Pará."

Lembrando mais uma vez que a política de exportação do gado em pé é de grande importância perante o mercado, uma vez que países como os Estados Unidos aceitam apenas a carne processada em função de suas precauções diante á controle de doenças infecto-contagiosas que possam comprometer sua produção interna.

Fonte: WSPCA

Turquia abre as portas para a importação de carne de bovinos e aves brasileiras



O mercado exportador de carnes encontra-se sempre influenciado por fatores externos que podem comprometer sua estabilidade, estabelecendo proteccionismos muitas vezes necessários para controle interno de doenças e de qualidade dos animais.

Felizmente, após o susto de 2005 (Febre Aftosa) o Brasil encontra-se em um patamar ainda mais elevado no quesito exportação (embora já lidere os índices de exportação de carne bovina).

Fora relatado no site da ABIEC (Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes) que a Turquia passará a importar carne bovina e suína do Brasil, fato inédito para a indústria de carnes, pois esta nunca importara carne brasileira para seus domínios - ao menos não diretamente. A carne de frango brasileira é exportada indiretamente para a Turquia através de países vizinhos, podendo assim não ser considerado um país importador direto.

Embora esta seja o objetivo e que já fora decidido, ainda existem precauções a serem tomadas perante a qualidade do produtos, condições de exportação além das próprias licenças de importação que devem ser adquiridas.

A Turquia é considerada um país de grande potencial de consumo e esta estratégia poderá auxiliar a conter a alta dos preços no mercado interno.

Como comentado, a carne brasileira entrava na Turquia indiretamente, fenômero que fora proibido pelo país importador em função do foco de doenças no Brasil. Embora as proibições tenham sido suspensas ainda há a necessidade formulação do Certificado Sanitário Internacional (CSI) entre os dois países, além das licenças de importação já comentadas.

Fonte: ABIEC

sábado, 8 de maio de 2010

Sebrae oferece projeto de capacitação para apicultores gaúchos



Visando o aumento e a melhora da atividade apicultora, o Sebrae aposta nos projetos de direcionamento de gestão nas propriedades apicultoras; através de uma série de cursos efetivos: D’olho na Qualidade Total Rural, Custos de Produção na Empresa Rural e Planejamento na Empresa Rural.

O objetivo é ter em média 110 apicultores capacitados até o mês de Junho, para que em Agosto estes possam participar de cursos acerca da produção de própolis e pólen 9Programa Alimento Seguro).

O website do canal Canal Rural publicou a seguinte sentença no artigo de origem desta notícia:

"O projeto Fortalecer a Apicultura da Região Centro tem os seguintes objetivos: aumentar a produção em 30% até o final de 2011, sendo 15% a cada ano; aumentar o volume de mel inspecionado em 30% até o final de 2011, sendo 15% a cada ano; e implantar o Sistema Gerencial para Propriedades Rurais Apícolas em 40% das propriedades até o final de 2011, sendo 20% a cada ano."

O Rio Grande do Sul, atualmente, é o maior produtor apícola do país (sua produção chegou a 7.685 toneladas em 2007). O estado conta com 400.000 colméias, 27.000 apicultores e a sua produtividade por colméia chega a 18kg de mel. Estes números representam 21% da produção nacional. A fusão dos grandes produtores com os projetos do Sebrae pode significar não só o aumento mas como a melhora da produtividade, garantindo um produto de grande disponibilidade e de atributos únicos, além de aperfeiçoarem as técnicas de obtenção de produtos secundários - própolis e pólen.

Fonte: Canal Rural

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